quarta-feira, 27 de junho de 2007

Brinquedos sob Medida

O varejo, especialmente aquele voltado para o consumidor de melhor poder aquisitivo, está mesmo apostando muitas fichas no fenômeno da customização.



Um dos pioneiros dessa estratégia foi a loja de brinquedos Build A Bear, que surgiu em 1997 com a proposta de permitir que as crianças fabricassem seu próprio bichinho de pelúcia. Lá elas escolhem o tipo de animal, a quantidade de enchimento, as roupas e até a frase que o amiguinho vai dizer quando tiver a barriga apertada.

Navegando nas mesmas águas, a também americana RideMakerz procurou se diferenciar optando pelos meninos como público-alvo prioritário. Lá não são bichinhos de pelúcias, e sim carros incrementados o que os garotos podem produzir.

Segundo o site de tendências Springwise, os meninos podem personalizar o chassis, a pintura, os decalques e até o som do motor, acredita? Por alguns dólares a mais, os clientes podem levar ainda controle remoto para o carro, luzes incrementadas e aquele som característico de pneus cantando. Tem mais – o dono do automóvel de brinquedo sai da loja com um certificado de propriedade e pode também escolher a placa do carango do jeito que quiser.

Com tanta novidade, não duvido que tenha muito pai levando para casa um brinquedo igual ao do filho.

Post do Blog do Marinho

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Marinho resume Cannes | 'Não existe mais linha alguma' separando nada

O Grand Prix de filme ter sido entregue ao 'Evolution' da Dove, uma peça que só foi parar na TV depois de ter estourado na internet, foi o final perfeito para o Festival de Cannes deste ano, que pode ser sintetizado, pela frase de Howard Draft - "Não existe mais linha alguma".

Ele se referia especificamente a separação entre os mundos offline e online e também entre as disciplinas above e below the line.

Vale lembrar que quando o Festival foi criado, em 1954, filmes para TV e cinema formavam 2 categorias distintas.
Isso hoje não faz o menor sentido, assim como no futuro próximo não haverá mais distinção entre peças para TV, cinema, internet, celular etc.
Então, olharemos para trás e lembraremos que foi em 2007 que a barreira que separava o universo físico do digital começou a ser inapelavelmente derrubada.

Notícia no Blue Bus

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Afinal, qual é o tamanho do Iphone?

As peças da campanha do iPhone estão sendo analisadas nos seus mínimos detalhes pelos fãs da Apple ou apaixonados por gadgets.

A mais nova 'descoberta' é sobre as mãos que seguram o celular nas imagens de divulgação.

Elas teriam mudado porque as primeiras imagens faziam o aparelho parecer grande demais. Imagens do antes (mão menor) e do agora (mão maior)...



... e, uma superposição para provar que foi a mão que mudou e não o iPhone



Dica do Gizmodo

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Tell me baby, what´s your story… Where you come from and where you wanna go this time

Tudo bem que os americanos não são lá muito bons em Geografia (uma pesquisa da National Geographic de 2006, mostrou que apenas metade de um grupo de universitários conseguiu identificar onde ficava New York em um mapa - socorro!), mas aqui está um estudo interessante da Anderson Analytics, comentado em artigo da CNN.

Em um grupo de mil universitários americanos, a maioria errou feio ao tentar determinar a origem de algumas marcas importantes (pra mim o erro mais grotesco foi achar que a Adidas é americana, hehehehe!). Me fez pensar, sobre o valor que a origem tem (ou não tem) em uma gerência de marca globalizada.

A Trendwatching.com acha que importa sim no briefing de tendência publicado esse mês -(Still) made here. Saber de onde veio um bem importaria por questões éticas e de responsabilidade social.

Eu estou convencida de que hoje existe um movimento das corporações, das marcas, para se inserirem dentro do contexto maior e se posicionarem dentro da sociedade de maneira sustentável. Vide a Green Conference que acontece em menos de uma semana em New York celebrando as marcas que conseguem integrar melhor sustentabilidade ambiental ao DNA da marca.

Portanto vejo dois movimentos. A origem geográfica importando menos (afinal, há fronteiras no mundo das marcas) e a responsabilidade social da marca importando mais…

Vamos observar.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

885 mil celulares caem no vaso sanitário a cada ano

E o seu, já caiu?

885 mil celulares caem dentro do vaso sanitário a cada ano na Inglaterra, diz uma pesquisa do SimplySwitch.com, site de comparação de preço de serviços.
As explicações mais simples são que os aparelho escorregam dos bolsos das calças ou caem dos locais onde são colocados pelos usuários enquanto estão no banheiro, sobre o rolo de papel higiênico, por exemplo.

No total, são 4,5 milhoes de celulares perdidos ou danificados por ano - as causas mais comuns são esquecer no pub (810 mil por ano), esquecer no taxi (315 mil), deixar no ônibus (225 mil), ir dentro de peças de roupa para a máquina de lavar (116 mil) ou o cachorro mastigar o aparelho (58,5 mil por ano).

Notícia no BlueBus e no inglês Metro

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Bob Garfield, da Ad Age, escreve um livro sobre midia em seu blog



Bob Garfield, critico da Advertising Age, está escrevendo um livro em seu blog.

Em cada post publica parte de um capítulo.
Embora não seja um projeto de midia colaborativa, recebe comentários dos leitores.
Garfield escreve sobre a "violenta" revolução na mídia, no marketing e no comércio deflagrada com a revolução da tecnologia digital.

Notícia no BlueBus

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Microsoft apresenta PC com formato de mesa

Novidade representa caminho para abandono do mouse e do teclado.
Inicialmente preço do computador ficará entre US$ 5 mil e US$ 10 mil.

A Microsoft apresentou nesta quarta-feira (30) um computador em formato de mesa, o que representa um grande passo em direção à visão do co-fundador Bill Gates sobre um futuro no qual o mouse e o teclado serão substituídos por meios mais naturais de interação, como a voz, uma caneta ou o tato.

O Microsoft Surface, que oferece uma tela de 30 polegadas sob uma tampa de plástico resistente, permite que as pessoas toquem e movam objetos na tela para as mais diversas tarefas, de desenho digital a montar quebra-cabeças virtuais, passando por pedidos de comida no cardápio on-line de um restaurante.



O computador também reconhece e interage com outros aparelhos colocados sobre sua superfície, de modo que usuários de celulares poderão comprar ringtones facilmente ou alterar os planos de telefonia móvel colocando seus celulares sobre as telas de máquinas instaladas em lojas, ou um grupo de pessoas sentadas em torno de um Surface poderá olhar as fotos armazenadas em uma câmera digital colocada sobre a superfície.



A maior produtora de software do mundo anunciou que ela mesma fabricará o aparelho e que o venderá inicialmente a clientes empresariais. As primeiras unidades serão instaladas em novembro na rede de hotéis Sheraton, nos cassinos Harrah, nas lojas da operadora celular T-Mobile e em restaurantes.

O preço de venda do Surface ficará entre US$ 5 mil e US$ 10 mil, inicialmente, mas a Microsoft planeja reduzi-lo a um nível acessível aos consumidores individuais dentro de três a cinco anos e introduzir formas e modelos diversificados do produto. "Nós antecipamos que essa se torne uma categoria multibilionária e planejamos um futuro no qual as técnicas de computação de superfície serão onipresentes, em mesas, balcões e espelhos", afirmou o presidente-executivo da gigante do software, Steve Ballmer, em comunicado.

Os analistas afirmaram que as primeiras aplicações representam apenas um vislumbre do que é possível. "O potencial quanto a interfaces é imenso", disse Matt Rosoff, analista da Directions on Microsoft, uma empresa de pesquisa independente. "Quando o aparelho for aberto a novos aplicativos, não haverá limites para o que se poderá fazer."

A Microsoft surpreendeu suas parceiras tradicionais na fabricação de PCs e decidiu tomar controle da produção do "computador de superfície" por meio de um fabricante terceirizado não revelado. O equipamento vai funcionar acionado pelo Windows Vista, o novo sistema operacional da empresa.

FONTE: G1

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Chicaaaaaaaaaaago



A Maratona de Chicago chega à sua 30a. edição em 2007

Empolgadérrima com a idéia, vou para minha primeira Maratona!

Highlights para sentir o gostinho ...



Chicaaaaaaaaaaaaaaaago !

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Seja um Pollock

Seja um Pollock



Simplesmente fantástico ...

quinta-feira, 17 de maio de 2007

The Breakup

A relação atual entre os anunciantes e os consumidores foi resumida em um video em que uma mulher (no papel da consumidora) pede o divórcio para surpresa do marido (no papel do anunciante).



Ao longo da conversa do casal numa mesa de restaurante, as dificuldades que poderiam ser de um casal comum ('Você não me ouve mais, só você fala') servem para mostrar como o consumidor atual mudou, espera participar mais, não quer ser visto como estatística e nem se deixa seduzir por cupons e promoções.

A ação dirige o usuário para o site bringtheloveback.com e é assinada por Microsoft Digital Advertising Solutions